MARKETING PARA AGÊNCIAS | HECTOR MUNIZ | AGÊNCIA KOKO | PCM #218

By Pizza com Marketing Podcast

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Key Concepts:

  • Marketing para agências de marketing
  • Benchmarking no mercado de agências
  • Conteúdo como ferramenta de aprendizado e repertório
  • Agência nativa digital vs. agência tradicional
  • Modelo de negócio da agência
  • Conteúdo como apoio ao negócio
  • Público-alvo: analistas e decisores
  • Estratégia de conteúdo a médio e longo prazo
  • Conteúdo, visual, distribuição e operação como "joias do infinito"
  • Custo de aquisição de clientes
  • Consistência e sorte
  • Relação agência-cliente
  • Valor mínimo de investimento em plataformas

1. Abertura e Introdução:

  • Apresentação de Hector Muniz, sócio da agência Coco, como convidado especial.
  • Hector se descreve como um "carioca meio fake" devido a ter morado em Fortaleza por 12 anos.
  • Agradecimento aos patrocinadores, incluindo Bermuda da Barra e 21 Live.
  • Cupom de desconto da Domino's: pcm30 (30% de desconto).
  • Destaque para o software 21 Live, uma plataforma para agências de marketing que permite a cada cliente ter sua própria plataforma como um "Brand Center". Lançamento de um módulo de gestão de time atrelado ao contrato do cliente.

2. O Desafio do Marketing para Agências de Marketing:

  • A principal questão levantada é como agências de marketing, que promovem o marketing de seus clientes, cuidam do próprio marketing.
  • A analogia "casa de ferreiro, espeto de pau" é usada para ilustrar que muitas agências negligenciam seu próprio marketing.
  • A agência Coco é elogiada por fazer um bom trabalho em seu próprio marketing.

3. Contexto e Evolução da Agência Coco:

  • A Coco tem oito anos de existência.
  • Os fundadores vieram de áreas não relacionadas ao marketing (engenharia de produção e engenharia eletrônica).
  • O primeiro contrato da Coco foi de R$300.
  • No início, o mercado de agências era caracterizado pela falta de benchmarking e compartilhamento de conhecimento.
  • A Anatex é mencionada como um dos grandes nomes em cursos de marketing na época (2015).
  • A Coco começou a criar conteúdo como forma de aprendizado e para tornar temas complexos mais acessíveis.
  • O conteúdo inicial era básico, mas evoluiu ao longo do tempo.
  • A criação de conteúdo constante (quase 3 mil posts) ajudou a desenvolver repertório e entender o que funciona e o que não funciona.

4. Ponto de Virada e a Definição de Agência Nativa Digital:

  • Clientes começaram a pedir para serem tratados como grandes marcas (McDonald's, Domino's).
  • Um cliente específico disse que queria ser tratado como a própria Coco.
  • A Coco começou a defender a bandeira de ser uma agência nativa digital.
  • Analogia da viagem: agência de viagens tradicional vs. guia nativo.
  • A agência nativa digital pega a mão do cliente e o introduz no digital para evitar "bordoadas".
  • Entender o negócio da agência é fundamental (proposta de valor, canais, público-alvo).
  • O conteúdo passou a refletir a visão da Coco sobre o mercado digital (por que o Instagram não vai morrer, por que o TikTok não vai substituir o Instagram, etc.).
  • Analogia do sorvete com calda: o conteúdo é a calda que adiciona sabor ao sorvete.

5. Operação Interna e Estrutura da Coco:

  • A Coco trata a si mesma como cliente.
  • A agência funciona de forma modular: cada cliente tem uma "mini agência" alocada para ele (gerente, analista, designer, pessoa para comunidade e interação, gestor de tráfego).
  • Até recentemente, Hector era responsável por todo o conteúdo, com apoio de um designer.
  • Um sócio foi destacado da operação para se dedicar exclusivamente à marca e ao conteúdo da agência.
  • Essa decisão aumentou a qualidade e a produtividade, permitindo que Hector trouxesse novidades e técnicas para a operação.
  • O conteúdo apoia o negócio, mas isso nem sempre é palpável no Business Model Canvas.

6. Estratégia de Conteúdo e Público-Alvo:

  • A Coco percebeu que muitas agências e profissionais da área estavam seguindo seu conteúdo.
  • Analogia com nutricionistas e arquitetos que ficam frustrados quando pessoas da área não os contratam.
  • A estratégia é educar e "catequizar" analistas, que influenciam seus chefes a contratar a Coco.
  • Exemplos de clientes como RioCard, Mercado Zona Sul e Senac que chegaram através do Instagram.
  • O analista não é o decisor, mas é um influenciador dentro da estrutura.
  • Essa estratégia é comercial, mas a médio e longo prazo.
  • A Coco evita a viralidade e prefere um crescimento constante e perene.
  • O objetivo é construir um negócio, não um "hobby".

7. Conteúdo, Tráfego e as "Joias do Infinito":

  • O conteúdo sem tráfego não resolve nada.
  • A importância de investir dinheiro em conteúdo.
  • A Coco "corre do viral", enquanto muitos clientes querem viralizar.
  • Analogia das "joias do infinito" (Gabriel, sócio da Coco): conteúdo, visual, distribuição e operação.
  • Conteúdo é a base de tudo, a capacidade de passar informação geração após geração.
  • Visual é importante para parar a rolagem do feed.
  • Padrão de comportamento ao acordar: verificar WhatsApp, Instagram, etc.
  • Nos Stories, o conteúdo e a narrativa são mais importantes que o visual.
  • No feed, o visual precisa ser diferente para se destacar.
  • Distribuição: não dá para jogar só no Instagram "free".
  • Instagram "pro" é necessário para resultados profissionais.
  • 96% do faturamento da Meta vem de anúncios.
  • O Business Manager funciona bem porque é fundamental para o modelo de negócio da Meta.
  • O Business Suite é problemático porque as agências são "parasitas" para a Meta.
  • A distribuição é importante para sair do "free" e entrar no "pro".
  • O conteúdo diminui o custo de aquisição de clientes.

8. Operação e Consistência:

  • A operação garante a consistência, que leva à sorte.
  • É preciso estar disposto a esperar anos para ver o negócio dar certo.
  • Todo projeto na Coco precisa trabalhar performance.
  • O cliente precisa entender que a agência é um prestador de serviço, não um sócio.
  • Muitos profissionais reclamam que o cliente não vende nada com um post.
  • A agência não é responsável pelo sucesso do cliente, mas garante seu próprio trabalho.
  • Estamos todos no "algoritmo do esquecimento".

9. Valor Mínimo de Investimento e Relação com o Cliente:

  • O dono do negócio precisa se preocupar com todos os aspectos, incluindo o investimento em plataformas.
  • O cliente também precisa disponibilizar uma verba para o negócio dele.
  • É preciso se libertar do relacionamento abusivo com o cliente.
  • A agência trabalha com serviço, que é massa cinzenta.
  • É preciso cobrar pelo valor agregado do serviço.
  • A Coco não atende profissionais liberais que não têm uma estrutura de equipe.
  • É preciso capacitar o cliente.
  • Analogia com a Uber: quando a Uber chegou no Brasil, ela capacitou os motoristas.

10. Conclusão:

  • A agência Coco enfatiza a importância de uma estratégia de marketing bem definida, que inclua conteúdo de qualidade, um visual atraente, distribuição eficiente e uma operação consistente. A agência também destaca a necessidade de uma relação transparente e profissional com o cliente, onde ambos entendam seus papéis e responsabilidades. O sucesso a longo prazo depende de consistência, aprendizado contínuo e adaptação às mudanças do mercado digital.

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